A ARQUÊ Investigação/Inovação & Consultoria é uma empresa portuguesa, sediada no Porto, de iniciativa privada, que tem como objetivo prestar apoio académico e de assessoria a alunos estrangeiros, interessados em frequentar instituições de ensino superior em Portugal, tanto do subsistema universitário como do subsistema politécnico, em regime intensivo, promovendo e mediando a mobilidade académica, visando o estreitamento institucional do ensino superior português e dos países da “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ”, prestando atividades de orientação, acompanhamento, logística e tutoria aos seus alunos, ao longo de todo o seu percurso académico.

Os candidatos com estatuto de trabalhador-estudante, realizarão os cursos no modelo misto ensino-aprendizagem, ou formação mista, Blended Learning (Presencial + EaD), dado que o blended learning utiliza a tecnologia não apenas para somar, mas para transformar e melhorar o processo de aprendizagem, assumindo um “valor pedagógico” acrescido.

Procuramos levar as carreiras dos nossos candidatos, mais longe e mais rápido, investindo na sua capacitação profissional, em cursos específicos de sua área, desenvolvendo competências de especialista, por forma a dar resposta às necessidades emergentes dos mercados, cada vez mais, competitivos.

Especializamo-nos em auxiliar pessoas a alcançar as suas ambições e atingir o seu potencial. Qualquer que seja o curso da sua preferência, este é apenas o começo de uma experiência inacreditável em Portugal.

Portugal é um lugar fantástico para se ser estudante e frequentar uma instituição portuguesa de ensino superior, abrir-lhe-á um mundo de oportunidades.

Com cidades icónicas e de grande influência histórica, vibrantes e diversificadas, fará com que encontre inúmeras atividades com as quais preencha o seu tempo livre.

PÚBLICO-ALVO

Alunos estrangeiros com o estatuto de trabalhador estudante.

COMO OPERAMOS

Estamos onde precisam de nós, é o nosso lema, que começa com a captação de alunos que procuram a excelência profissional.

Numa primeira etapa procuramos identificar, necessidades, interesses e motivações dos candidatos, para de seguida os ajudar no processo de seleção dos cursos que maior reconhecimento e empregabilidade têm no mercado de trabalho.

Os candidatos a um curso de pós-graduação, mestrado ou doutoramento, que possuem o estatuto de trabalhador-estudante e não possam frequentar regularmente as aulas presenciais, poderão beneficiar de um cronograma letivo específico, com a modalidade de ensino intensivo ou concentrado, habitualmente, nos meses de dezembro, janeiro ou fevereiro (ou noutro mês acordar com as partes).

No âmbito de um cronograma específico a elaborar, as aulas a ministrar em Portugal, realizar-se-ão de segunda a sexta-feira (nos turnos da manhã e tarde) e aos sábados somente no turno da manhã.

Terão ainda lugar, neste período, seminários, palestras e workshops informativos, com diferentes abordagens temáticas, que contam com a participação de profissionais conceituados internacionalmente.

No regresso ao país de origem, cada mestrando ou doutorando, iniciará o processo de pesquisa/investigação, com vista à consecução da sua dissertação ou tese, com orientação à distância, sob a supervisão do professor-orientador, escolhido por si, aquando da sua frequência, na instituição de ensino superior português e sobre a supervisão tutorial da ARQUÊ.

No ano (s) seguinte (s), de novo num mês a determinar, regressarão a Portugal, para apresentar e defender o seu trabalho.

Os candidatos a um curso de doutoramento, que sejam titulares de um curso mestrado oficialmente reconhecido, poderão ser dispensados da frequência da parte curricular do curso, mediante avaliação da adequação científica do mestrado à área de estudos do curso de doutoramento, realizada pelos órgãos estatutariamente competentes das instituições do ensino superior em Portugal e de acordo com a lei em vigor.

Também os alunos que possuem um curso de pós-graduação, que pretendam, candidatar-se a um curso de mestrado, poderão ser dispensados, da frequência curricular do curso, a partir dos mesmos pressupostos.

On-line disponibilizamos a ficha de candidatura para que possamos constituir turmas, com o número mínimo de quinze alunos e máximo de vinte, para os cursos de pós-graduações, mestrados, cursos de curta duração e cursos de especialização. Para cursos de doutoramento o número de alunos mínimo por turma é de cinco e máximo de dez.

Após a constituição das turmas, solicitamos os documentos para a instauração dos processos dos alunos, que os acompanharão ao longo de todo o percurso académico e servirão de base para a matrícula na instituição do ensino superior a que se candidatam.

Prestamos apoio na autenticação de todos os documentos de acordo com as leis em vigor, nomeadamente, no que respeita ao tramite do visto de estudante.

Tratamos de toda a logística, no que diz respeito à estadia, quando solicitada, ou fazemos a indicação da que melhor serve.

Atendendo que todos os colaboradores da ARQUÊ são licenciados, mestres e doutores, qualificados em diferentes áreas, prestamos diferentes serviços de apoio, nomeadamente de tutoria.

Função tutorial prioritária assenta no esclarecimento de dúvidas através de fóruns de discussão pela Internet, pelo telefone, participação em videoconferências, entre outros, de acordo com as áreas em questão.

Os tutores nas suas áreas de competência académica têm também a comprometimento de promover espaços de construção coletiva de conhecimento, selecionar material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos, ministrando ações de formação, cursos de curta duração especializados, por forma a colmatar dificuldades evidenciadas.

Sempre que necessário e após reunidas todas as condições, alguns módulos e seminários presenciais, poderão ser realizados nos países da CPLP, pelos professores e/ou tutores das instituições de ensino superior português, com competências para o ato.

Diligenciar o diálogo, o debate e desafios que despertem atitudes críticas e reflexivas, mediando a capacidade para resolver conflitos/dúvidas (via moodle, se necessário por outros meios como, telefone, e-mail) são outras das suas funções.

O tutor tem que estar "presente" e ser interativo, saber ouvir, ser empático, revelar habilidades de motivação, manter o interesse dos alunos exercendo o um papel de "animador”. Frequentemente faz parte de suas atribuições participar dos processos avaliativos, nomeadamente avaliar a participação no ambiente virtual de aprendizagem.

Somos um sistema pensado por profissionais que monitorizam constantemente o progresso dos alunos, com o objetivo de garantir o seu sucesso, fazendo o feedback, diretamente, aos órgãos superiores, reitoria e/ou direção.

O tutor na ARQUÊ tem a missão de mediar a relação entre o aluno, o orientador e a instituição de ensino superior.

CONDIÇÕES DE INGRESSO

Requisitos exigidos pelo Decreto-Lei nº 74/2006, de Março, alterado pelo Decreto- Lei nº 107/2008, de 25 de Junho, e pelo Decreto-Lei nº 115/2013, de 7 de Agosto, que regulam a atribuição de graus e títulos no ensino superior em Portugal

1. Condições Gerais de ingresso para o Curso de Mestrado:

1.1. De acordo com o nº 1, do artigo 17.º, do Decreto-Lei nº 74/2006 de 24 de março, podem candidatar-se ao acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre (2.º ciclo):

1.1.1. Titulares do grau de licenciado ou equivalente legal;

1.1.2. Titulares de grau académico superior estrangeiro, conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos, organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo;

1.1.3. Titulares de grau académico superior estrangeiro, que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos;

1.1.4. Detentores de currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos.

1.2. Condições específicas:

1.2.1. Mestrado em Engenharia Civil: Licenciatura em Engenharia, preferencialmente em Engenharia Civil;

1.2.2. Mestrado em Engenharia Informática: Licenciatura em Engenharia, preferencialmente em Engenharia Informática;

1.2.3. Mestrado em Fisioterapia: Licenciatura em Fisioterapia;

1.2.4. Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde: Licenciatura em Psicologia;

1.2.5. Mestrado em Psicologia da Justiça: Vítimas de Violência e de Crime: Licenciatura em Psicologia.

2. Condições de ingresso para o Curso de Doutoramento:

2.1. Condições gerais: De acordo com o nº 1, do artigo 2.º, do Regulamento nº 306/2008 de 9 de junho, podem candidatar-se ao acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de doutor:

2.1.1. Os titulares do grau de mestre ou equivalente legal;

2.1.2. Os titulares de grau de licenciado, detentores de um currículo escolar ou científico especialmente relevante que seja reconhecido como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Executivo da Escola de Estudos Pós-graduados e de Investigação da Instituição de Ensino Superior Português a que se candidata.

2.1.3. Os detentores de um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Executivo da Escola de Estudos Pós-graduados e de Investigação.

2.2. Condições específicas:

2.2.1. Doutoramento em Ciências da Terra: Mestrado obtido em Instituições de Engenharia, de Ciências ou de Ciências e Tecnologia. Preferencialmente, com licenciaturas nas mesmas áreas.

2.2.2. Doutoramento em Ecologia e Saúde Ambiental: Formação suficiente nas áreas de Ciências ou Engenharia, bem como Mestrado numa das seguintes áreas: Ambiente, Biologia, Ciências da Saúde ou Química.

3. Condições de ingresso para o Curso de Pós-graduação

De acordo com o n.º 3, do artigo 5.º, do Aviso n.º 19673/2009, de 26 de Outubro, as Instituições de Ensino Superior, podem organizar cursos de pós-graduação, a que correspondem certificados ou diplomas livremente definidos. As condições de candidatura a este tipo de cursos devem ser consultadas na página de cada curso.

4. Documentos necessários para ingresso:

Ficha de candidatura corretamente preenchida.

Diploma ou certificado comprovativo do grau académico.

Certidão de disciplinas deve também incluir a respetiva escala de notas utilizada na avaliação curricular.

Curriculum Vitae (Modelo Europass).

Certidões provenientes de estabelecimentos de ensino superior estrangeiro:

Os documentos originais ou fotocópias têm que estar autenticados pelos serviços oficiais de educação do país no qual o curso foi realizado e reconhecidos pela autoridade respetiva diplomática portuguesa ou trazer a Apostilha da Convenção de Haia.

Documentos académicos ou profissionais devem ser emitidos em Português, Inglês, Espanhol ou Francês. Se emitidos noutra língua deverão ser traduzidos para uma das línguas aceites, por um tradutor reconhecido pela respetiva entidade diplomática (de acordo com a língua para a qual for traduzida).

Fotografia (3 x 4 cm).

Atestado médico e boletim de vacinas atualizado.

Cópia do documento de identificação fiscal.

Cópia do documento de identificação (Cidadãos Extracomunitários residentes no estrangeiro: Passaporte, para, sendo admitidos, se emitir carta de aceitação para obtenção do Visto de Estudante) ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal.

Cópias de comprovativos sem exigência de autenticação: certificados de cursos de curta duração, ações de formação, declarações, congressos, jornadas, seminários e palestras e/ou outros.

Não é efetuada a devolução de documentação entregue.

A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas.

5. Informações Úteis

Portal Carolina Bori (Revalidação/Reconhecimento de Diplomas Estrangeiros)

MINISTÉRIO PÚBLICO PORTUGAL (APOSTILA)

www.visitportugal.com

O Visto de Estudante será solicitado exclusivamente pela Instituição do Ensino Superior onde foi aceite a candidatura. Não há lugar à frequência das aulas presenciais em Portugal com outro tipo de visto. À Arquê cabe apenas agilização do trâmite do mesmo e de acordo com a lei em vigor.